A Melhor Sessão de Cinema do Mundo

Posted in Arte, Evento, Musical, Sessão de Cinema with tags , , , , on maio 27, 2010 by cinecaolho

“Após ter um problema no carro, um casal de noivos se vê obrigado a pedir ajuda aos moradores de um castelo, sem saber que lá moram alienígenas do planeta Transexual da Galáxia Transilvânia, e que o anfitrião é um cientista louco, travesti e bissexual, que pretende criar um homem em seu laboratório para satisfazer seus desejos sexuais.”

Sweet Transvestite

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Rapidinha Caolha: Os “caga grosso” do cinema no CCBB.

Posted in Evento, Linguagem, Sessão de Cinema with tags , , , on maio 20, 2010 by bilabiloca

Nada mais, nada menos que Jean-Claude Bernardet e Eduardo Coutinho, entre outros figurões do cinema, estarão presentes na mostra Cineastas e Imagens do Povo que acontece este mês no CCBB. O evento reúne documentários citados no livro homônimo de Jean-Claude, a mais abrangente antologia da história do documentário brasileiro moderno. Além de resgatar a história do nosso cinema, o evento exibe algumas cópias novas, confeccionadas especialmente para a ocasião.

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Rapidinha Caolha: Banda Cine também é cinema!

Posted in Arte, Montagem, Surrealismo with tags , , , on maio 19, 2010 by amandarocco

Cine Caolho. Mais do que apenas rostinhos bonitos, realmente apaixonados por cinema de conteúdo!

Who o o o ow... Aposto um olho que você me quer!

E o quadrinhos vieram para chutar a sua bunda!

Posted in Arte, Quadrinhos, Sessão de Cinema with tags , , , , , , on maio 12, 2010 by cinecaolho

É fato que Hollywood tem passado por crises de criatividade nos últimos anos. Adaptações e seqüências tem sido o grande porto seguro da indústria. E filmar quadrinhos tem sido um dos grandes responsáveis por manter a bilheteria lá no alto. Quer saber o porquê? Então sigam-me os bons! [No Chapolin Intended]

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Aos beatlemaníacos – parte I

Posted in Arte, Sessão de Cinema with tags , , , , , , , , , on maio 7, 2010 by amandarocco

Música e cinema sempre andaram juntos. Desde os primórdios, onde o diálogo nos filmes estava longe de ser uma realidade, havia uma orquestra que tocava conforme a história ia se desenrolando. Por isso é um erro rotular essa fase como cinema-mudo. Ele não era mudo, só era sem fala.

E você, caro leitor, deve estar se perguntando: “e onde entram os Beatles nessa história toda?”. Bem, os Beatles não faziam apresentações durante as sessões nos cinemas, até porque, na década de 60, a fala já havia invadido o produto audiovisual. Acontece que, além de eles terem feito sucesso nos palcos do mundo todo, arrancado suspiros de garotinhas na puberdade e elogios da crítica, os rapazes de Liverpool também tiveram seus dias de astros do cinema, estrelando filmes: A Hard Day’s Night, Help!, Magical Mystery Tour, Yellow Submarine e Let it be.

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Rapidinha Caolha: Noitão do Belas Artes (Maio 2010)

Posted in Arte, Sessão de Cinema with tags , , , , on maio 6, 2010 by cinecaolho

[Atualizado] Nós, caolhos, cinéfilos e pseudo cults adoramos um cinema, certo?

Mas não pode ser qualquer cinema, afinal é pra isso que existem os Cinemarks de esquina! Queremos cinema de discussão, de idéias, de debate. E de café da manhã no saguão!

Por isso convidamos os leitores pro “Noitão do Belas Artes”, uma sessão especial que ocorre em todas as 2º sextas do mês (a deste mês será uma exceção, sendo realizada nesta sexta feira), no famoso cinema citado, começando sempre a Meia Noite.

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‘Eu vejo tudo enquadrado…’

Posted in Arte, Enquadramento, Linguagem with tags , , , , on maio 5, 2010 by amandarocco

… já dizia Adriana Calcanhotto em uma de suas canções. Mas como esse blog não se trata de música, deixemos os acordes de lado e vamos ao que realmente nos interessa: enquadramento!
Segundo o dicionário Aurélio, enquadrar significa pôr ou incluir num quadro. Este quadro, no nosso caso, refere-se, obviamente, à tela do cinema.
Do final do século XIX até meados da década de 1910, só havia um único tipo de plano: aquele que mostrava o assunto filmado de corpo inteiro, sem cortes e com uma câmera fixa. Mas tudo isso mudou em 1915 com o filme O Nascimento de uma nação, do diretor americano D. W. Griffith. Popularmente conhecido no mundo cinematográfico como o pai da linguagem audiovisual, foi exatamente neste longa-metragem de aproximadamente 4 horas (pasme!) que ele começou a desenvolver os diferentes tipos de planos que foram sendo aperfeiçoados com o passar do tempo e que são utilizados até os dias atuais.
Para não ficarmos neste blá-blá-blá insosso e cansativo, exemplificarei os diversos enquadramentos utilizando-se de imagens de um clássico do suspense: O Iluminado (The Shining – 1980) de Stanley Kubrick.


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